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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O fitness pré-histórico

O assunto abordado pela Revista Isto É, no dia 17 de agosto desse ano, traz uma novidade a respeito dos exercícios físicos.

Nada de aparelho de musculação. Para os adeptos, o segredo de um corpo saudável está em exercitar-se como o homem das cavernas. Pode-se dizer que os praticantes usam a natureza para fazer os movimentos que garantiriam mais força e agilidade. Essa diferente atividade é conhecida como paleotreino.

À primeira vista, a prática do fitness pré-histórico pode parecer um treino militar, pois há pessoas subindo em árvores, carregando toras, caminhando em lamaçais e lançando pedras. Porém, não se deixe enganar pelas aparências. O paleotreino é uma série de exercícios inspirados nos movimentos que o homem fazia no período paleolítico - de 2,7 milhões de anos a dez mil anos A.C.

Segundo os praticantes, a razão de imitar o homem primitivo está na consciência corporal que ele possuía e que foi perdida com a evolução. A crítica dos adeptos é que atualmente as pessoas priorizam o estético e não dão atenção à função prática dos exercícios físicos. Como resultado, limitam-se as habilidades naturais do ser humano e a musculatura obtida é pouco funcional.

Assim como em toda atividade física, no paleotreino existem graus evolutivos à medida que o praticante vai ganhando força e mobilidade. Mesmo assim, para aderir ao programa a pessoa precisa ter um bom preparo físico.

Para ficar por dentro dessa matéria acesse: http://www.istoe.com.br/reportagens/151427_O+FITNESS+PRE+HISTORICO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Estudo revela que hábitos saudáveis reduz chances de desenvolver Alzheimer

A tendência é que casos sejam cada vez mais comuns no Brasil, uma vez que a doença ataca a terceira idade, faixa etária que mais cresce no país. "Estamos passando pelo que os Estados Unidos e Europa passaram há 20 anos", atesta o neurologista Paulo Caramelli, da Universidade Federal de Minas Gerais. Hoje a estimativa é que 1,2 milhões de brasileiros possuam a doença.

Os cientistas, no entanto, têm boas notícias: adotar uma dieta equilibrada e hábitos saudáveis como praticar exercícios físicos e não fumar podem evitar até 50% das ocorrências. Há pesquisas para a criação de técnicas de diagnóstico cada vez mais precoces.


Um estudo recentemente divulgado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, aponta os principais fatores de risco para a doença. Basicamente, são os mesmos vilões responsáveis pela maior parte dos casos de outras doenças importantes, como os cardiovasculares: tabagismo, obesidade e sedentarismo.

Manter baixa atividade cerebral e possuir baixa escolaridade são os mais fortes fatores de risco. Para se ter uma ideia, os pesquisadores concluíram que os indivíduos em situação oposta a essa - ou seja, estimulados intelectualmente e com alta escolaridade - apresentam 14% menos chance de ter a enfermidade.

Fonte: Revista Isto É